09 julho, 2013

COMO RECUPERAR O ANTI-ADERENTE (TEFLON) DE UMA FRIGIDEIRA





Hoje irei ensinar-vos como recuperar o anti-aderente (teflon) de uma frigideira, com um rápido e eficaz truque caseiro, que nos poupará comprar uma nova.

Que é necessário para recuperar o anti-aderente ?

1 – Sal grosso
2 – Papel de cozinha
3 - Azeite

Como fazer ?

4 - Untar com um pano e um pouco de azeite, o fundo e os lados da frigideira.
5 - Encher a frigideira de sal grosso e coloca-la ao fogo.
6 – Quando o sal começar a ficar escuro e a saltar da frigideira, retirá-la do fogo e com a ajuda do papel de cozinha, sem esfregar, retirar todo o sal.
7 – Uma vez que a frigideira esteja fria, lavá-la normalmente com água e com um simples pano de cozinha.

Assunto resolvido !

Cuidados a ter com as frigideiras e panelas com anti-aderente ?

Para evitar que as frigideiras e panelas anti-aderentes de estraguem rapidamente, é melhor cuida-las logo desde o início.
Por exemplo, ao usar uma frigideira ou uma panela pela primeira vez, ferver nelas um pouco de vinagre de vinho branco, para melhorar o anti-aderente.
Além disso, não é aconselhável guardá-las empilhadas umas dentro de outras, pois facilmente risca e rasga o anti-aderente (teflon)
Por último, não é aconselhável deixar estes recipientes vazios ao lume, pois irá queimar o seu revestimento.


26 maio, 2012

DOURADAS EM PAPELOTE





INGREDIENTES: (p/ 2 pessoas)
·  2 Douradas médias



·  1 Pimento vermelho
·  2 Tomates maduros
·  1 Cebola grande
·  3 Dentes de alho
·  2 Batatas médias
·  1 Cenoura
·  4 Folhas de louro
·  Pimenta branca q.b.
·  Sal q.b.
·  Azeite q.b.
·  Papel de alumínio



PREPARAÇÃO:
1.  Amanhar bem as douradas, retirando as barbatanas, a ponta do rabo e todas as tripas. Escamá-las um pouco. Lavá-las bem com água fria;
2.   Dar dois golpes de cada lado das douradas;
3.   Cortar o pimento e a cenoura em juliana grossa;
4.   Cortar a cebola, os tomates e os alhos, em rodelas não muito finas;
5.   Descascar as batatas e cortar em rodelas de +/- 1 cm de altura.


6. Corte papel de alumínio, com mais do dobro do que seria necessário para cobrir as douradas;


7. Tratando-se de doses individuais, terá de cortar tantas folhas de papel quantos os peixes a confeccionar.
8. Coloque numa extremidade do papel e por esta ordem:
      a) Um fio de azeite
      b) Umas rodelas de cebola
      c) Umas rodelas de batata
      d) Cenoura em juliana
      e) Uma dourada
      f)  Umas rodelas de tomate, alho e cenoura
    g) Tempere com sal (pouco!), pimenta, duas folhas de louro, e finalmente, regar tudo com mais um fio de azeite.


9. De seguida, cobrir toda a montagem com o outro lado do papel que não foi ocupado, fechar cuidadosamente, sobrepondo e vedando bem, todos os quatro cantos do papel de alumínio.




  10.  Colocar (neste caso os dois “embrulhos”) num tabuleiro de forno;


 
11.  Pré-aquecer o forno a 200º durante 10 minutos;
12.  Meter o tabuleiro e deixar assar durante 30/35 minutos a 170º;
13.  Normalmente quando os “embrulhos” insuflam, é sintoma que já estão prontos e assados.
14.  Passado este tempo, retirar do forno e está pronto a ser servido.




11 maio, 2012

ARROZ XAU XAU





Existem inúmeras formas e maneiras de confeccionar este arroz. Esta receita que agora publico, é a forma habitual em que o faço e …  parece ficar bom  !

INGREDIENTES: (P/ 6 pessoas)

  • 300 gr de arroz agulha
  • 100 gr de ervilhas congeladas
  • 100 gr de milho (pré-cozinhado em lata ou congelado)
  • 100 gr de fiambre (grosso) ou bacon
  • 2 cenouras
  • 2 ovos
  • 1/2 Pimento vermelho
  •  Azeite
  • Margarina
  • Sal,  pimenta e uma gotas de limão



PREPARAÇÃO:
Lave o arroz, escorra bem e introduza-o em água abundante a ferver e temperada com um punhado de sal.
Adicione  umas gotas de limão para o arroz ficar mais branco. Deixe cozer durante 12 minutos, sobre lume forte. Escorra e passe imediatamente por água fria corrente,  até o arroz estar frio. Deixe a escorrer.



Coza por 5 a 8 minutos, separadamente, as ervilhas e o milho, em água temperada  com sal e escorra.
 Descascar as cenouras, cortar em cubinhos e cozer em água c/ sal durante 3 minutos. 
 Corte o fiambre ou o  bacon em cubinhos pequenos e aloure-os em azeite numa frigideira.



No mesmo azeite onde alourou o fiambre,meta o pimento cortado em quadradinhos (+/- 1x1 cm) e deixe “entalar”  no máximo por 1 minuto.



Retire e escorra sobre papel absorvente. Para quem gosta de pimento cru, não é necessário fazer esta operação. Apenas cortá-lo em quadrados.
Bater os ovos com um garfo e temperar com sal e pimenta. 
Leve ao lume uma frigideira com um pouco de margarina. Deite os ovos e deixe coagular. Com a ajuda de uma espátula mexa-os até ficarem os típicos “ovos mexidos”.



Numa taça misture o arroz com as ervilhas, o milho, o fiambre, a cenoura, os ovos e o pimento.


Está pronto a ser servido !



06 junho, 2011

OS ALIMENTOS MAIS CAROS

Sabe quais são os alimentos mais caros e o que os torna tão especiais?


O Açafrão
É a especiaria mais cara do mundo. E é fácil perceber porquê. Para obter 500 gramas de açafrão são necessárias mais de 250 mil flores. A dosagem tem de ser perfeita. Por exemplo, utilizar o açafrão num prato de robalo escalfado.
Cada peça de robalo, com cerca de 160 gramas, leva dois filamentos de açafrão, ou seja, para quatro pessoas devem ser utilizados oito filamentos. Como é muito caro existem falsificações, por isso o melhor é comprá-lo numa loja de absoluta confiança.
1 g de açafrão custa em média cerca de 6,10 €.


Vagem de baunilha
Um condimento, «simplesmente maravilhoso». Provém das vagens de uma orquídea mexicana e são os cristais brancos da vanilina, que se agarram à vagem, que lhe dão o seu sabor e aroma considerados tão especiais.
Onde se poderá apreciar melhor a baunilha, é no créme brulée.
Abre-se a vagem ao meio, com a ajuda de uma faca fininha, e tiram-se as sementes que são usadas na infusão do créme brulée.
Um quilo pode chegar aos 500 euros, mas para uso doméstico basta comprar alguns gramas.
3 g de vagem de baunilha custam em média cerca de 2,50 €.


Foie gras de ganso trufado
Em francês significa fígado gordo. É o fígado de um ganso super alimentado e, neste caso, enriquecido com trufas. Considerada uma das maiores iguarias da culinária francesa, possui uma consistência amanteigada e sabor mais suave em relação ao fígado normal de pato. Normalmente é barrado em tostas e servido como entrada.
210 g de foie gras de ganso trufado custam em média cerca de 37 €.

Trufa branca
É um fungo raro e subterrâneo leiloado e vendido a preços exorbitantes. O que o torna especial é o facto de a sua cor, sabor e perfume serem determinados pela árvore junto à qual se desenvolveu, normalmente choupos, carvalhos e tílias.
O seu perfume é uma mistura de alho, parmesão, musgo e gás. A trufa branca é utilizada quase exclusivamente crua e laminada fina e directamente sobre o prato, sendo empregue em doses mínimas. Cada prato leva, no máximo, 20 gramas. Para melhor apreciar esta iguaria, experimente em ovos estrelados ou mexidos.
O preço do quilo de trufa branca pode chegar aos três mil euros. Nas grandes superfícies comerciais, pode comprar 20 gramas por 70 euros, mas terá de encomendar.
Caviar beluga
O caviar de esturjão Beluga é o mais apreciado mas também o mais caro de todos, principalmente agora que está em vias de extinção.
Produz ovos maiores (podem atingir o tamanho de uma ervilha) e a cor varia do azul claro ao preto.
Os mais valiosos são os mais claros porque são produzidos por peixes mais velhos, que demoram cerca de 20 anos a atingir a maturidade. O caviar deve ser servido sobre gelo e comido com blinis (pequenas tostas fofas e com furos). Também se pode acompanhar o caviar com crême fraiche.
Na Rússia Imperial, onde era muito apreciado, o caviar beluga era utilizado para revitalizar o organismo cansado.
100 g deste caviar custam em média cerca de 560 €.


06 maio, 2011

CANJA DE GALINHA (2)

noutra altura coloquei aqui uma receita da tradicional canja de galinha.
Hoje vou publicar outra receita desta sopa, apenas com umas ligeiras variações da canja tradicional.





INGREDIENTES (P/ 10 Pessoas):
  • 1 Galinha velha – (+/-) 1,50 kg.
  • 2 Cebolas grandes
  • 2 Dentes de alho
  • 3 Cenouras médias
  • 200 Gr. de massa “estrelinha” ou “pevide
  • Sal q.b.
  • Hortelã q.b. (opcional)
  • Queijo ralado q.b. (opcional)
 PREPARAÇÃO:
  1. Limpar e lavar muito bem a galinha, retirando excesso de gordura, mitra, resto de tripa, papo, etc. .
  2. Caso a galinha, ainda tenha no seu interior, ovos em formação, retirá-los com cuidado, passá-los por água e reservar.

 3. Descascar e cortar grosseiramente:
  • As cebolas;
  • As cenouras;
  • Os dentes de alho;


4) Colocar a galinha numa panela de pressão, juntando as cebolas, os dentes de alho, a cenoura e temperar com sal q.b. 

5) Deixar cozinhar durante 45/50 minutos.
  

(Apesar da canja ficar mais saborosa quando cozida normalmente – sem ser à pressão – isto demoraria entre 3 a 4 horas!)
  

6) Passado este tempo, desligar o lume e deixar a panela arrefecer.
7) Depois da panela fria (e sem vapor!), retirar a galinha e reservá-la até ficar fria.
8) Entretanto, colocar novamente a panela ao lume, com a água da cozedura da galinha, acrescentar água suficiente para a canja e rectificar o sal.
9) Deixar ferver durante 10 minutos, sem ser á pressão!
10) Passado este tempo, passar tudo muito bem com a varinha.
11) Deixar novamente ferver 5 minutos.
12) Juntar a massa, mexendo a panela de vez em quando para que a massa não se agarre ao fundo.
13) Entretanto, retirar à galinha toda a pele, ossos, veias, tendões, etc.
14) Desfiar toda a carne, o mais fina possível.



 15) Quando a panela já tenha fervido 10 minutos (após meter a massa), juntar a galinha desfiada.
 16) Deixar ferver mais 5 minutos.
 17) Desligar a panela e a canja está pronta a ser servida.



 DICAS:


No momento de empratar, podemos colocar por cima, a hortelã picada finamente ou o queijo ralado no momento ou simplesmente … servi-la simples, acompanhada com pão tostado.



BOM APETITE !

29 abril, 2011

BACALHAU

Hoje trago duas receitas, confeccionadas à base do peixe mais popular em Portugal (apesar do seu actual preço!), que é o bacalhau.

Mas antes de as colocar, seria importante a nível informativo, contar muito resumidamente, a história do bacalhau.

Bacalhau é o nome comum para os peixes do género Gadus, pertencente à família Gadidae. O seu nome tem origem no latim baccalaureu.

Actualmente, este peixe encontra-se em vias de extinção devido ao consumo excessivo, sendo que Portugal é o maior e principal consumidor a nível mundial, possuindo na sua gastronomia dezenas de maneiras diferentes de o confeccionar.

O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que o descobriram no século XV, época das grandes navegações. O peixe foi descoberto e se adequava às necessidades da época, de um produto não perecível (pelo facto de poder ser salgado, e manter suas características gustativas) que aguentasse longas jornadas. As longas travessias pelo Atlântico duravam mais de três meses e após diversas tentativas com os peixes da costa local os portugueses encontraram o bacalhau perto do Pólo Norte. Iniciaram tempos depois sua pesca na costa do Canadá, descoberta em 1497.

Durável e acessível a uma grande parte da população que raramente podia comprar peixe fresco, o seu sabor era mais agradável do que o de outros pescados salgados. Imediatamente o bacalhau passou a fazer parte da cultura portuguesa, que rapidamente passou a ser o maior consumidor de bacalhau do mundo. Incorporado na nossa culinária foi consagrado como "fiel amigo" dos portugueses, sendo hoje uma das nossas principais tradições.

Apesar disso, alguns registos dão conta da existência de fábricas de processamento do bacalhau na Islândia e Noruega no século IX. Os vikings são assim considerados os pioneiros na descoberta da espécie. A diferença é apenas no seu tratamento: os vikings ainda não haviam descoberto o sal e apenas secavam o peixe ao relento. No momento em que o peixe estivesse pesando 5 vezes menos e endurecesse, estaria pronto para ser consumido nas longas viagens pelos oceanos.

O bacalhau começou a ser comercializado pelos bascos, habitantes da Espanha e da França. Eles já conheciam o sal e registos apontam que por volta do início do primeiro milénio o bacalhau já era comercializado curado, salgado e seco sobre as rochas. Este processo aumentava significantemente a capacidade de conservação do alimento.

Nas tradições cristãs, os adeptos da religião deveriam manter um regime rigoroso, que excluía o consumo de carnes vermelhas (comidas quentes), devendo seguir uma dieta de comidas frias, como os peixes. O consumo de bacalhau era extremamente incentivado pelos comerciantes, como substituto dos alimentos proibidos. O bacalhau então passou a ter uma ligação estreita com a cultura do povo português.

No Brasil, o bacalhau é um alimento amplamente consumido durante a sexta-feira santa. Tradicionalmente, durante esta data é comum às famílias se reunirem ao redor de uma mesa e saborearem uma das receitas, muitas vezes familiares, da bacalhoada.

Antigamente no entanto, o bacalhau era um alimento bastante popular, acessível a todas as camadas e era sempre servido nas mesas brasileiras e portuguesas, principalmente em dias santos, sextas-feiras e festas familiares.

BACALHAU FRITO COM ARROZ DE COUVE




INGREDIENTES:
  • 8 Postas de bacalhau (nem muito grandes nem muito grossas, com demolha de 36 horas)
  • 4 Ovos inteiros
  • Farinha de trigo sem fermento, q.b.
  • Salsa, q.b.
  • 200 Gramas de arroz carolino
  • 1 Cebola média
  • 2 Dentes de alho
  • ½ Couve (pode ser coração)
  • 2 Colheres de sopa de polpa de tomate
  • Sal, q.b.
  • Azeite, q.b.
  • Água, q.b.
PREPARAÇÃO:
BACALHAU:

  • Mergulhar o bacalhau em água quente, durante 5 minutos.
  • Espreme-lo bem com um pano.
  • Passá-lo por farinha.
  • De seguida, passá-lo por ovo batido com a salsa partida finamente.
  • Fritar o bacalhau em abundante azeite, não muito quente, por 5 minutos de cada lado.
  • Retirar e deixar escorrer o excesso de azeite sobre papel de cozinha.
 ARROZ:


  • Refogar num tacho em azeite, a cebola e o alho cortados finamente.
  • Quando o refogado estiver feito, juntar um pouco de água e deixar cozinhar 2 minutos.
  • Passado este tempo, juntar a couve cortada em bocados.
  • Deixar abrandar a couve por 3 minutos.
  • Juntar novamente um pouco de água e a polpa de tomate.
  • Deixar misturar os sabores por 5 minutos.
  • Acrescentar água quente, suficiente para cozer o arroz.
  • Quando a água levantar fervura, juntar o arroz.
  • Temperar com sal.
  • Deixar cozer em lume brando, entre 17 e 20 minutos.
 Desligar o lume e deixar repousar por 5 minutos.

Está pronto a ser servido o nosso arroz de couve com o bacalhau frito!

BATATAS À ESPANHOLA


 
(Prato entre um estufado e uma caldeirada!)

 

INGREDIENTES:
  • 1,5 Kg de bacalhau (com demolha de 36 horas)
  • 2 Kg. De batatas
  • 1 Pimento verde
  • 1 Pimento vermelho
  • 2 Cenouras
  • 3 Folhas de louro
  • 1 Cebola grande
  • 3 Dentes de alho
  • 2 Tomates grandes
  • Sal, q.b.
  • Pimenta branca moída, q.b.
  • 1 Copo de vinho branco (bom!)
  • Azeite, q.b.
  • 2 Colheres de sopa de margarina
  • 4 Ovos inteiros
  • 1 Ramo de salsa fresca

 
PREPARAÇÃO:
  • Demolhar o bacalhau por 36 horas.
  • Passado este tempo, retirar-lhe todas as espinhas pequenas (as grandes, sabem bem chupar depois de cozinhado o bacalhau!).
  • Cortar o bacalhau em pedaços não muito grandes, deixando ficar a pele e espinhas grandes.
  • Descascar as batatas e cortá-las em rodelas (+/- 1,5 cm. de largura).

  • Cortar em juliana:
           a) O pimento verde;
           b) O pimento vermelho;
           c) As cenouras;
  • Cortar a cebola em meias-luas.
  • Cortar os tomates em cubos pequenos, retirando as peles.
  • Cortar os dentes de alho em rodelas finas.

  • Num tacho largo, colocar camadas de:
          1º A cebola e o alho;
          2º As rodelas de batatas;
          3º O bacalhau;
          4º Os cubos de tomate;
          5º Tiras de pimento verde e vermelho;
          6º Tiras de cenoura;
  • Repetir esta camada até o tacho estar cheio.
  • Finalmente e por cima de tudo, colocar:
  • Restante alho, cebola, cubos de tomate, as folhas de louro, o ramo de salsa, as tiras de pimentos e cenoura e a margarina.

Temperar com azeite, pimenta branca, sal (cuidado que o bacalhau já tem sal!), vinho branco e água, tudo em quantidades q.b.!. 
 

Cozinhar em lume brando por 35 a 40 minutos.

 
Passado este tempo e depois de verificar que está pronto (o tempo de cozedura depende da qualidade da batata), desligar o lume e deixar repousar por 5 minutos.

 
Antes de servir e ainda com o tacho quente, partir 4 ovos para cima das batatas, tapar com o testo e aguardar 3 minutos para os ovos escalfarem.

Servir de imediato.

 
Bom apetite!

10 janeiro, 2011

SPAGHETTI À TOTÓ

Faz tempo que, do nosso amigo Zé Tó, recebemos esta receita de spaghetti. Como é normal no nosso blogue, apenas publicamos receitas, após terem passado pelo nosso teste, o que é o mesmo que dizer ... só depois de as ter-mos confeccionado !

Neste fim-de-semana, foi um dos pratos testados. O resultado é óptimo!
Por isso, aqui fica a receita.

INGREDIENTES:
• 1 Frango do campo, médio
• 1 Cebola vermelha grande
• 2 Dentes de alho
• 1 Colher de sopa de pimentão-doce
• 1 Colher de sobremesa de açafrão
• Spaghetti para 6 pessoas
• 250 ml de polpa de tomate
• 2 Cenouras
• 1 Cerveja branca de 0,33 ml
• 2 Folhas de louro
. 2 Malaguetas
• Pimenta preta, moída no momento, q.b.
• Orégãos, q.b.
• Sal, q.b.
• Azeite, q.b.
• Água, q.b.
• Margarina, q.b.

PREPARAÇÃO:
Limpar e cortar o frango em pedaços pequenos.


Refogar em azeite, a cebola e os dentes de alho, tudo bem picado.


Quando estiverem louros, juntar o frango partido aos bocadinhos.
Deixar o frango alourar.
Temperar com sal, louro, orégãos e pimenta preta, moída no momento.
Deixar apurar tudo, durante 15 minutos.


Em separado, cozer a spaghetti por 10 minutos, em água, sal e um cubo de margarina.
Passado este tempo, escorrer e reservar.
Entretanto, juntar á panela do frango a cenoura partida ás rodelas, o pimentão-doce, o açafrão e as malaguetas partidas.
Deixar cozinhar por 5 minutos.
Juntar a cerveja e deixar cozinhar mais 10 minutos.


Por fim, juntar á panela do frango, a spaghetti escorrido.


 Deixar a spaghetti ganhar temperatura (+/- 2 a 3 minutos).


Juntar a polpa de tomate, envolver tudo muito bem e está pronto a ser servida !!!

17 dezembro, 2010

EMENTA



O nosso amigo Relvas, vai abrir brevemente uma Casa de Pasto, onde serão cozinhadas algumas das suas famosas receitas, tais como  "Arroz de Tomate Sem Tomate" !
Entretanto, já preparou a ementa, tendo-se dado ao cuidado e ao trabalho, de fazer a sua tradução para o inglês da Inglaterra.
Como podem verificar, a tradução é o exemplo da faculdade que o nosso amigo tem com o inglês!
Para todos, aqui fica a ementa e respectiva tradução: